Ferritina

A ferritina é um exame de sangue que reflete o estoque de ferro no organismo. Assim ela diminui quando há deficiência de ferro e aumenta quando há excesso de ferro. Mas há que se ter muito cuidado, pois processos inflamatórios e infecciosos também fazem a ferritina aumentar e isso não tem nenhuma relação com o ferro. Assim, nem toda ferritina alta significa
necessariamente um excesso de ferro.

O ferro quando em excesso, se torna tóxico para as nossas células e pode prejudicar o funcionamento de alguns órgãos. O primeiro órgão a ser acometido em geral é o fígado, em segunda as glândulas do organismo, podendo causar por exemplo diabetes. Pode haver ainda impregnação da pele e do coração, entre outros órgãos.

As principais causas do excesso de ferro são alterações genéticas, em que certas pessoas nascem com tendência a absorver mais ferro que o normal da alimentação, doenças do fígado, incluindo as causadas por hábitos alimentares inadequados e bebidas alcoólicas, tratamentos desnecessários à base de ferro e transfusões sanguíneas em excesso.
A primeira medida a ser tomada quando a ferritina está elevada é definir se o aumento está se dando por conta de excesso de ferro ou inflamação. Atualmente, existem exames de sangue mais específicos que ajudam a diferenciar uma situação da outra.

É importante lembrar que se o excesso de ferro for discreto ou moderado, os riscos para a saúde são mínimos. O grande problema são os excessos acentuados de ferro no organismo, que se não tratados ou coibidos podem causar após alguns anos insuficiência hepática, risco elevado para câncer hepático, diabetes e outras alterações endócrinas, problemas cardíacos, entre outros.

O excesso de ferro é silencioso e não costuma dar sintomas até que esteja num estágio mais avançado e grave. Vários médicos tem incluído o teste de ferritina nos exames de checkup, de forma que praticamente todos os pacientes que descobrem esse problema encontramse numa fase precoce. A carne vermelha contém grande quantidade de um tipo de ferro que é absorvido com facilidade e, por isso, se possível, aconselha-se a reduzir o seu consumo. Também é recomendável reduzir ao máximo a ingestão de bebidas alcoólicas para não agredir o fígado, que é um dos órgãos de estoque de ferro.

A tendência genética ao excesso de ferro pode ser encontrada em 5 a 10% da população, mas nem todos desenvolverão o problema. O fato é que este problema tem se mostrado comum, e em boa parte dos casos com ferritina elevada, o que ocorre é uma mistura de hábitos inadequados relacionados a alimentação, bebidas alcoólicas, sedentarismo,
obesidade ou doenças de base associadas ou não a herança genética.

Fonte: www.diarioweb.com.br/novoportal/noticias/saude/exame+de+ferritina

 

 

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